18/5 a 5/6 - Magia das cores - Simone Santos
Temática revelada através de paisagens românticas, reforçadas e agraciadas por toques de sensibilidade, cheios de movimento e ritmos.

  Vito Campanella
  Marí, José
  Paulo Cabral
  Bea Machado
  Dora Parentes
  Rubens Vargas
  Walmir Teixeira
  Carlos Scliar
  Roberto Melo
  Adriana Garibaldi
  Walter Munhoz
  Simone Campos
  Calderon, Manuel
  Sansão Pereira
  Zanotti
  Amorelli


  Marcelo Neves
  Osmundo Teixeira
  Santos Lopes
  Margarita Farré
  Hildebrando Lima


Carlos Scliar

cadastrado no grupo de pintores

obra exposta na galeria

 

(Santa Maria / Rio Grande do Sul, 21 de junho de 1920 – Rio de Janeiro, 28 de abril de 2001), desenhista, gravador, pintor, ilustrador, cenógrafo, roteirista e designer gráfico.

Iniciou, desde cedo, alguns cursos de arte em Porto Alegre e participou da fundação da Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa. Aos 30 anos foi para Paris estudar gravura na Ecole des Beaux-Arts.

Trabalhou em Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo fazendo ilustrações para revistas, livros e cenários teatrais e mantendo contato com diversos artistas como Enrico Bianco, Joaquim Figueira, Cândido Portinari, Burle Marx, Flávio de Carvalho, entre outros.

Na época em que morou em São Paulo (início da década de 40), entrou para o grupo Família Artística Paulista.

No ano de 1945, na Itália, foi convocado pela Força Expedicionária Brasileira para servir na 2ª Guerra Mundial. Durante essa experiência, trabalhou na edição especial do jornal Cruzeiro do Sul – jornal pertencente ao exército brasileiro.

Mais uma vez, fixou residência em Paris – onde trabalhou fazendo ilustrações para revistas – e durante essa época aproveitou para viajar e conhecer outros países como Itália, Inglaterra, Iugoslávia, Polônia (na cidade de Wroclaw, participou do Congresso dos Intelectuais pela Paz), Portugal e Tchecoslováquia (nesse país, na cidade de Praga, participou do 1º Congresso da União Mundial do Cinema Documentário como delegado).

De volta ao Brasil, morou por um curto período no Rio de Janeiro (período este em que fundou a editora Ediarte, juntamente com os colecionadores Gilberto Chateaubriand, Michel Loeb, Carlos Nicolaievski e o artista José Paulo de Moreira da Fonseca), depois voltou para seu estado natal onde fundou (junto com Vasco Prado) o Clube de Gravura de Porto Alegre.

Nas décadas de 60 e 70 produziu inúmeros painéis tanto em Porto Alegre como no Rio de Janeiro para museus, prefeituras, sedes de bancos e salões. Em 1969, foi publicado o Caderno de Guerra de Carlos Scliar, com os desenhos registrados por ele durante a guerra.

Nos anos 80 e 90, Scliar ilustrou livros de escritores renomados e participou, com depoimentos, de vídeos produzidos por diretores, até então independentes, sobre a arte atual.