ARTE E EMOÇÃO
Expressar a arte com palavras é usual e natural.
Expressá-la porém em imagens requer uma emotividade herdada em um DNA divino, herança repassada nos tempos da emoção, vivida com o coração.
Assim é a arte de Di Fiore. Nascido em Curitiba, uma capital protegida do vento por intermináveis
fileiras de gigantescas árvores plantadas nas calçadas, que garantem o ar puro que dança nas praças, entre pinheiros escuros. A sensação de passar por entre as alamedas de tipuanas que entrelaçadas no alto formam um arco natural, é indescritível.
É como se espiritualmente o homem fosse sugado por uma poderosa força,
que o mantém voando suspenso em um interminável caminho fresco e verde,
enchendo o coração de uma inexplicável alegria, dando a ele a certeza que o paraíso existe e está bem ao nosso alcance.
E é desta maneira que Di Fiore expressa em suas telas sua marca, em pinceladas profundas e naturais puramente emotivas, levadas pela certeza de que seu trabalho lhe é inspirado por um dom divino, numa mensagem iluminada. Incansável, usa o requinte do aprimoramento técnico em busca da certeza de ter expressado seu agradecimento por nascer com a capacidade de transpor em suas telas, o carinho e amor com que vê a arte nascida em seu coração, com as cores da emoção que nos detém e absorve.
Di Fiore, faz parte do acervo da Manolo Saez Galeria de Arte - Curitiba - PR.
Principais participações:
-Exposição Coletiva Eucatexpo-Curitiba, 1978.
-Exposição Coletiva Eucatexpo-Curitiba, 1979.
-Exposição Coletiva “Os Melhores do Rio” Othon Hotel- RJ, 1980.
-Medalha de Prata Salão oficial do Rio de Janeiro, 1980.
-Exposição Coletiva Os Melhores do Rio – New York, 1981.
-XII Salão do Clube Naval do Rio de Janeiro, 1982.
-Exposição Coletiva Braço do Norte, Sta. Catarina, 1997
-Exposição Coletiva Braço do Norte, Sta. Catarina, 1998.
-Exposição Individual Hotel Internacional- Gravatal, 1999.
-Exposição Coletiva Galeria Coliseum – Boston- EUA, 2000.
-XXXII Salão de Belas Artes do Club Naval do Rio de Janeiro, 2001.
-Exposição Individual Galeria Müller – Curitiba, 2002